Eu sou um perdedor.

Não somos perfeitos, mas também não queremos ser. Não fazemos parte do “Clube da L***”, mas também não queremos fazer parte do mesmo. Fazemos parte de algo que não quer fazer parte de nós, mas integramos uma parcela enorme desse algo. Como uma única ferida no meio de um braço sem arranhões ou cicatrizes. Estamos aqui e estamos lá; estamos em todo lugar.
Minhas tatuagens não mudam meu caráter, meu cabelo colorido não é melhor ou pior que o seu, minhas roupas surradas me deixam mais confortável. O que nós temos dentro da mente e do coração mudou e mudará novamente uma nação.
O mundo nos traga, mesmo achando que não fazemos bem. Eles precisam de nós, porque nós somos os “Outsiders”. Somos o sonho de liberdade que o conservadorismo predador odeia. Os bons modos não aplicados à mesa, a falha na linha de produção, o defeito irreparável da máquina. Mas eles nos observam, pois sabem que pensamos fora da caixa, e isso assusta a maioria, que vê a minoria nunca parar de colocar espinhos na mente.
Somos quem queremos ser, parte do todo, como uma engrenagem que se encaixa nas outras, mas ao mesmo tempo parece que não é algo que se encaixe em qualquer lugar. Somos os “diferentes”, quando ser “diferente” é perfeitamente normal para nós.

Contemplem nosso êxito para fora do breu.

Nós somos os perdedores.
E nós não temos medo de dizer que nos orgulhamos muito disso.

Paz, meus amigos. Paz. ♥

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